Sementes da sétima arte…

São cinco dicas para àqueles que não se contentam em assistir filmes por eles trazerem algo, simplesmente, além de muita fumaça, correria, brigas, explosões, etc. Criamos, ao meu ver, nos dias de hoje, uma forma um tanto brutesca de nos acomodarmos diante de uma tela para passar alguns momentos de descontrolada apatia, sendo uma forma desarmônica de fuga para o stress cotidiano. Falo isso, pois acredito que, como no passado, grandes cineastas preconizavam para suas obras primas muito mais do que um simples meio de escape da vida cotidiana, fazendo do cinema um vórtice para onde demandavam filosofias, concepções diversas, apologias, críticas, experiências de vida. Não desejo aqui as críticas dos acostumados com as amorficidades das quais o cinema tem sido alvo vunerável, apenas compartilhar aqui um ponto de vista construtivo. Grande parte dessas obras podem ser baixadas na íntegra nos vários sítios espalhados por aí, especialmente aqueles que possuem mais de 70 anos de produção, como no archive.org, um lugar excelente para se encontrar filmes antigos e também fotos, discursos, documentários, etc.

1- Nosferatu (1922, diretor FW Murnau);

2- Metrópolis (1926, diretor Fritz Lang);

3- O Encouraçado Potemkin (1925, diretor Sergei Eisenstein);

4- Tempos Modernos (1936, diretor Charles Chaplim)

5- Cidadão Kane (1941, diretor Orson Welles)

Au revoir…!

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